Luís Castro mal chegou e o Grêmio já mapeia carências: um meia armador protagonista domina as discussões no CT Luiz Carvalho. A nova comissão, que desembarca em 20 de dezembro, avalia o setor de criação como calcanhar de Aquiles pós-nona colocação no Brasileirão. Com 12 estrangeiros no elenco, a preferência é por jogadores brasileiros. Porém, a folha salarial inchada, e um caixa que não está tão cheio assim, podem ser um problema para conseguir alcançar essa primeira grande exigência: um jogador que possa elevar e render no meio campo gremista.
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Avaliação Interna
Castro iniciará com um raio-X no grupo. Cristaldo, argentino de 29 anos, titular no fim de 2025, caiu de produção: 0 gols e 2 assistências nos últimos 15 jogos. Seu drible perdeu força, sendo assim, os testes na pré-temporada de 2 de janeiro definirão se ele fica ou sai do time titular. Já Monsalve, colombiano de 24 anos, brilhou no Gauchão, mas uma cirurgia no ombro o limitou a 18 partidas. Além disso, o craque prefere a posição de centro – uma função subaproveitada –, então sobra para Castro resgatá-lo com liberdade tática.
Por fim, é importante ressaltar que há muitos jovens jovens da base que podem entrar na briga: Riquelme, 20 anos, rendeu 3 assistências no Brasileirão, e Gabriel Mec, zagueiro versátil de 18, ganhou minutos iniciais. A base, com R$ 100 milhões em vendas em 2025, vira um promissor pilar do Grêmio – Jefinho e Luis Eduardo inspiram.
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De Olho no Mercado
Grande sonho de Luís Castro, Raphael Veiga, 30 anos, foi estudado. Porém, o seu contrato com o Palmeiras até 2027, bem como o seu valor de venda, travam o negócio (saiba mais aqui).
Agora, o fogo do tricolor gaucho são nomes brasileiros acessíveis: Scarpa (Atlético-MG, €6 milhões) ou Pochettino (ex-Fortaleza, US$3 milhões), são exemplos de jogadores versáteis e baratos.
Crítica Direta: Visão Correta ou Atraso Tático?
Luís Castro acerta ao priorizar criação: sem armador, o 4-3-3 lusitano vira posse estéril, como em 2025. Apostar em Monsalve ou Riquelme economiza e constrói; Veiga seria luxo, mas está fora de alcance.
O erro lateja: demorar para definir trava o elenco – Cristaldo estagnado custa pontos em Gre-Nais. Reduzir estrangeiros é sábio, mas ignorar o mercado cedo repete 2024. Roman e Castro precisam de ação rápida; afinal, uma base sozinha não basta para G-6. O torcedor clama por um protagonista, não promessas.
Em resumo, o meia definirá o ciclo.










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