Roger Guedes, artilheiro do Al-Rayyan, soltou o verbo e confirma: o Grêmio investiu pesado na metade de 2025, com propostas próximas de €10 milhões, mas o Catar fechou as portas. Em entrevista exclusiva, o atacante de 29 anos relatou duas ou três ofertas oficiais recusadas pelo presidente do clube árabe. “Estou feliz aqui, contrato em dia”, diz ele, afastando retorno imediato ao Brasil. E assim, o sonho tricolor foi adiado.
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Investidas Frustradas do Grêmio
Em meados de 2025, o Grêmio, sob pressão de cair novamente para a Série B, mirou em Roger Guedes como o salvador do ataque. Revelado pelo Criciúma e ídolo no Corinthians (2021-2023, 25 gols), ele explodiu no Catar em 2025. As propostas, concretas e escalonadas, bateram na teia do Al-Rayyan: recusa imediata, sem negociações. “Não sei se foram duas ou três, mas todas voltaram negativas”, confessa o jogador, sem amargura. O clube árabe, vice-líder na liga local, vê nele pilar inegociável.
Guedes, com contrato até 2027 e salário de €500 mil mensais, valoriza o interesse: “Clubes como o Grêmio me motivam, mas o foco é render aqui”. A família sonha com a Arena, mas ele delega ao ‘destino’: “Deixo nas mãos de Deus”.
Para o Imortal, a investida simbolizava uma guinada: com Arthur e Vinícius, o ataque precisa de ainda mais profundidade. Luís Castro, que chega no próximo dia 20 de dezembro, aprova perfis letais como Roger Guedes – velocidade, finalização (75% precisão) e assistências (12 em 2025). Mas a rejeição reforça limites: uma folha de R$ 20 milhões incha com saídas pendentes como Olivera.
Crítica Pontual: Ousadia Louvável ou Delírio Financeiro?
Roman merece crédito: €10 milhões por Guedes mostra uma grande fome de títulos, ecoando a Liberta 2017. Ele traria brilho imediato a Gre-Nais, resolvendo a seca de pontas explosivos já que Pavón demonstrou um comportamento muito irregular. Porém, a recusa árabe veio, frustrou, e fica como uma lição de paciência em mercado global.
Mas o erro cutuca: priorizar estrelas caras num caixa herdado de Guerra ignora a base promissora como Jefinho. Roger Guedes, aos 29, carrega riscos de adaptação; Al-Rayyan resiste por uma razão óbvia: atualmente, ele vale €15 milhões. Ousar é vital, mas equilibrar com opções nacionais (Scarpa, €6 milhões) evita frustrações.
Em síntese, Roger Guedes segue feliz no deserto, enquanto o Grêmio segue a sua busca incansável.










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