A transição de gestão no Grêmio virou um ringue: Alberto Guerra, ex-presidente, bombardeou as redes sociais com prints de conversas, acusando o novo CEO Alex Leitão de ignorar uma proposta de R$ 53 milhões em patrocínio máster de uma casa de apostas para 2026. A oferta, para substituir a Alfa, teria sido repassada por Leandro Figueiredo (marketing), mas Leitão negou conhecimento em entrevista ao Duda Garbi.
Exposição nas Redes: Prints Contra a Negação de Leitão
Guerra, em um post no Instagram, divulgou o diálogo com Figueiredo: “Repassei ao CEO”, crava o executivo. A jogada rebate Leitão, que afirmou “não saber de nada” nos primeiros dias.
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“Fluxo regular, documentado”, rebate Guerra, ampliando o racha. A proposta, de uma bet para o máster, chegava em hora crucial: caixa apertado pós-transfer ban FIFA, que deve ser quitado até dezembro. Mas o silêncio inicial de Leitão, focado em vendas como Alysson (€12 milhões), acende suspeitas de falha na transição.
O embate domina os bastidores: conselheiros questionam a ponte entre as gestões, e a torcida divide opiniões nas redes – uns veem Guerra como revanchista, outros Leitão como ineficiente. Odorico Roman, empossado há dias, prioriza fluxo de caixa. Porém, o impasse trava negociações paralelas: borderô e naming rights da Arena.
Por fim, vale ressaltar que essa proposta de R$ 53 milhões do patrocínio máster salvariam a folha de R$ 20 milhões, liberando caixa para contratar Walace ou Weverton.
Crítica Aguda: Transição Tóxica ou Lição de Governança?
Alberto Guerra acerta ao expor as provas: a transparência é oxigênio em tempos de dívida. Prints provam fluxo; ignorar R$ 53 milhões cheira a erro grave, ecoando o caos. Alex Leitão, prático em caixa, erra se culpar antecessores sem auditoria – Roman precisa mediar e resolver os possíveis problemas presentes nos bastidores do clube.
Mas o contraponto pesa: Guerra, saindo sob críticas financeiras, usa prints para se defender – oportunismo? Leitão, novo, foca em vendas, mas as omissões podem custar sua credibilidade.
Em síntese, esse racha expõe fragilidades no clube. E assim, ao invés de termos um Grêmio forte, podemos ter um time fraco. Será que os R$ 53 milhões voltam? Comente.









