O Grêmio iniciou a era Odorico Roman com nuvens financeiras: uma proposta de R$ 53 milhões em patrocínio máster para 2026, revelada pelo ex-presidente Alberto Guerra em coletiva de balanço, ainda é desconhecida pelo novo CEO Alex Leitão. A oferta de uma casa de apostas, para substituir a Alfa (parceira majoritária de 2025), não chegou à gestão atual, que prioriza fluxo de caixa apertado. Leitão, em entrevista ao jornalista Duda Garbi nesta segunda (15), confirma: “Nada disso me alcançou nos primeiros dias”. Enquanto isso, o clube corre contra o tempo para quitar o transfer ban da FIFA até dezembro, zerando pendências e confirmando a venda de Alysson ao Aston Villa.
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Declarações de Alex Leitão Preocupam
Guerra, em seu adeus, destacou a oferta de uma betting house como “oportunidade estratégica” para 2026, alinhada à vaga da Alfa. Mas Alex Leitão, responsável direto pelas finanças, desconhece: “Estamos focados em caixa diário; isso não passou por mim”. A omissão expõe a transição turbulenta – gestão anterior deixou legados, mas sem handover claro. Com receitas de 2025 em queda (R$ 20 milhões mensais na folha), o patrocínio máster viraria um alívio imediato, financiando reforços como Walace.
Alex Leitão promete: “Até o fim do mês, quitamos o ban da FIFA e dívidas com jogadores”. O bloqueio por atrasos em transferências paralisa contratações – Alysson, vendido ao Aston Villa por €12 milhões, é o primeiro respiro na janela de verão. “Vendemos ativos para cobrir caixa; gerenciamos isso de manhã todo dia”, admite o CEO. As pendências incluem ex-jogadores e terceiros, herdadas de Guerra. Sem isso, Luís Castro herdará um elenco cru para Gauchão em 10 de janeiro.
Crítica Aguda: Transição Falha ou Herança Tóxica?
Alex Leitão acerta ao priorizar o caixa: o transfer ban é um veneno para qualquer clube, e a venda de Alysson injetará oxigênio. E a proposta de R$ 53 milhões ignorada sinaliza ambição – apostas como Betano rendem globalmente.
Mas o erro fere: falta de handover entre gestões cheira a amadorismo, ecoando em dívidas crônicas. Diante disso, seria importante Roman auditar tudo. Com a folha de pagamento inchada, “gerenciar o caixa diário” é sobrevivência, não estratégia. E 2026 cobra ações rápidas, não desculpas veladas.
Em síntese, o patrocínio perdido e o ban pendente testam a gestão de Roman. Caixa zera em dezembro? Comente.










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